quarta-feira, 2 de abril de 2008

Escritores de Palmo e Meio

Foto: 3 Sweets


Porque hoje é o Dia Internacional do Livro Infantil, sugiro que espreitem aqui.

domingo, 30 de março de 2008

Minhas senhoras...

Foto: Amma Maw

Vou-me deitar com isto em mente: Não se esqueçam e não se façam esquecer... façam antes a vossa história.

Bicas em tubos de ensaio

Foto: Paul W.

A dona do Café anda com vontade de inventar... por isso o Café sofreu obras de pintura. Não me parece, no entanto, que fique por aqui... Se a inovação me der para isso, ainda passo a servir bicas em tubos de ensaio.

domingo, 23 de março de 2008

Boa Páscoa!

Foto: TorstenR1

sexta-feira, 21 de março de 2008

Dia Mundial da Árvore

Foto: Coffee Cup

E tu, hoje fizeste algo pelo ambiente?
Nem que seja algo tão simples como contemplar um pinheiro velho e respirar aquele ar que nos falta durante a semana, nem que seja apenas encher a vista de verde e esquecer o betão em vivemos e trabalhamos...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Ai Deus e u é (a Primavera)?

Foto: €eErRbBbiiIEe€

Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas da Primavera!
Ai Deus, e u é?

terça-feira, 18 de março de 2008

Vírus laboral

Leia-se:
"Caro Director, não posso trabalhar mais hoje porque o meu computador tem um vírus que se alastrou à minha mente e me toldou a capacidade de pensar para o resto do dia... aliás, neste momento esse vírus terrível está a exercer um peso tremendo nas minhas pálpebras..."

domingo, 16 de março de 2008

Ainda o céu...

S.: Sabes quem te deu essa bicicleta, J.? Foram os bisavós C. e A.
J.: Atiraram-na lá de cima do céu? Com muita força?
S.: Não J., deixaram-na cá para ti, antes de irem para o céu...

sábado, 15 de março de 2008

Núvens de algodão

Foto: Immagina


J.: Mãe, é verdade que as núvens são feitas de algodão? Como é que levaram tanto lá para o céu? Já sei... deve ter sido um Super-Herói que levou todo o algodão e espalhou lá em cima...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Resposta ao desafio

Foto: Qatar


A Smootha propôs-me mais um desafio.

Desta vez tem por nome O objectivo do meu Blog, e consiste em explicar qual o motivo que me levou a criar um blog.

As regras são várias, mas as que eu vou cumprir são apenas estas (sim, a subversão também faz parte do Café!):

. as regras de bem conviver na blogosfera;
. dizer o que procuro no blog que me lançou o desafio;
. responder à pergunta "o que me levou a criar um blog" e passá-la a outros bloguistas, dizendo porque os leio.

Aqui vai, então:

P.: O que me levou a criar um blog?
R.: O gosto pela escrita, pelas novas tecnologias, o desafio de criar um espaço virtual meu que pudesse enriquecer com textos, imagens, músicas e sensações. No fundo, procurava uma espécie de diário, motivo pelo qual mantive o Café no anonimato durante algum tempo. Depois veio o Destaque do Sapo e tudo mudou... O Café abriu as portas e alargou a clientela a amigos e reais e virtuais.

P.: O que procuro no blog que me desafiou?
R.: As luas que tem, sempre inspiradas e despretensiosas!

P.: A quem lanço o desafio e porque os leio?
1. À Eva - porque já me habituei aos seus escritos, que passaram a fazer parte das minhas leituras;
2. Ao Viriato - porque, como ele próprio diz, é um espaço onde a poesia e a liberdade se abraçam;
3. À Torrada e Meia de Leite - porque é actual, combina com o Café, e (descobri hoje) também gosta de Leonard Cohen.

sábado, 8 de março de 2008

Por todas as mulheres

Imagem: Christian Asuh


No pequeno universo onde nasci e cresci, as mulheres eram a esmagadora maioria. Figuras de traço forte, liam muito, viam teatro e cinema, eram trilingues, viajavam sózinhas para países longínquos, dominavam todos os assuntos, opinavam com veemência, eram imaginosas e proviam ao bem-estar da nossa comunidade. Havia nelas pinceladas de Maria e Marta, de Judite e de Rute, de Miranda e Isa Gliver. Hoje, à distância, revejo-as nos romances de Alejo Carpentier, Isabel Allende ou García Márquez. Relembro-as na "longa vida de Mariana Urbia" ou na narrativa dos amores, vida e morte de Lívia Drusa.

Talvez por isso eu resistisse a assumir por inteiro a "desgraça feminina", a luta pela "libertação da mulher", pela conquista da igualdade pura, ou, como hoje se diz, pela igualdade de oportunidades, como uma luta própria.

É que, se é certo que a mulher não é igual ao homem, também é certo que as mulheres não são iguais entre si. E esta revolução pacífica, sem mortos nem feridos, tornou este facto bem claro. Sempre desconsiderei a mulher "sofredora", suspirante, ansiosa, escrava de dever, passiva e normalmente muito maçadora. Sempre me irritou a mulher "infra-estrutura", a grande mulher atrás do grande homem, uma espécie de manager furioso de um protagonismo alheio e partilhado da pior forma. E que dizer da mulher "bem sucedida" que enche as páginas das revistas femininas com receitas instântaneas de sucesso ou da mulher "executiva", que nas novas técnicas publicitárias veio substituir o modelo, já gasto e censurável, da "mulher objecto", carregada de gadgets inúteis, sem olheiras, stress ou nariz brilhante?

Dou ainda de barato o discurso cansativo e estéril, que tornou surdos tantos ouvidos e secou tantas boas vontades, da "mulher ao poder por ser mulher" e o efeito perverso de se ter padronizado um comportamento de minoria de um grupo que é hoje estatisticamente maioritário. É que sempre me pareceu absurdo que as mulheres, constituindo uma expressão fortíssima do eleitorado, vejam no homem o único culpado da sua sistemática inelegibilidade para cargos do poder.

Mas, apesar de tudo, confesso ter alinhado várias vezes, com convicção e empenho, nas fileiras de quantas levantam vozes e bandeiras pela causa da mulher. Por aquelas mulheres polivalentes e multimodais, capazes de abarcar sempre novas tarefas em acumulação, por tradição gestoras de conflitos e, por natureza, apaziguadoras, pedagógicas e prospectivas, amantes do médio e longo prazo em detrimento do imediatismo, capazes por isso de desempenhar, com limpidez e vigor, o futuro.

Por aquelas mulheres que vivem dois dias em cada dia, duas vidas em cada vida, chegando a tudo e a todos dentro de uma rigorosa e honesta contabilidade que mantêm com o mundo e os outros.

Por aquelas mulheres que transpõem para as novas actividades o seu código de valores próprio, assumindo uma posição mais ética na conquista e no exercício do poder e que, na hora das decisões, recusam o corte entre o concreto e o quotidiano e a sua percepção do mundo, feita de cabeça e coração.

Por essas levantei bandeiras e também por muitas outras, traiçoeiramente encerradas num universo onde o ciclo do sofrimento, da humilhação e do cansaço parece não ter fim. Mulheres lançadas, indefesas e solitárias, numa luta quotidiana de sobrevivência singular e plural, desdobradas em quatro para equilibrar, apaziguar, prover e repartir.

A existência de um "Dia da Mulher" é muito questionável. O que se celebra, que efeito se quer produzir, o que significa essa distinção - que eu saiba não existe o "Dia do Homem" - num mundo onde as mulheres estão em maioria? Não sei ao certo. Para mim, o dia 8 só faz sentido se conseguirmos pôr em evidência a diferença entre o discurso oficial e a realidade, entre as leis que abundantemente produzimos e as causas que, ainda hoje, impedem as mulheres de fazerem, com liberdade, as suas escolhas. O meu dia 8 é para isto mesmo.

Maria José Nogueira Pinto, no Diário de Notícias [6 de Março 2008]

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Porque o saber não ocupa lugar

Foto: Gadl

“A razão da existência do ano bissexto é para se corrigir a discrepância entre o ano-calendário convencional e o tempo de translação da Terra em volta do Sol — o ano solar. A Terra demora aproximadamente 365,25 dias solares (1 ano trópico) para dar uma volta completa ao redor do Sol, enquanto o ano-calendário comum (por convenção) tem 365 dias solares.
Portanto, sobram aproximadamente seis horas (0,25 dia) a cada ano solar. As horas excedentes são somadas e, a cada quatro anos, adicionadas ao calendário na forma de um dia (4 x 6h = 1 dia). Este dia extra é incluído no mês de Fevereiro, que terá então 29 dias.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ano_bissexto

Explicações científicas à parte, não posso deixar de sentir que este é um dia extra e como tal merece que seja celebrado como tal... ainda não sei o que vou fazer, mas até à noite hei-de pensar em algo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Fragmentos de um fim-de-semana

...em Mértola
[Hotel à beira do Guadiana]

[Dança do ventre numa noite islâmica]
[Outros sabores, outras culturas]

[Minas de S. Domingos]
[Fotos: Coffee Cup]

Nota mental:
Quando "crescer" vou viver para o Alentejo, mas enquanto isso não acontece lá terei de me contentar com escapadinhas de fim-de-semana...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Falta de potencial

Eu sei que são cerca de 8,8 mil milhões de Euros... mas por favor... as candidaturas tinham que ser tão difíceis? Foi uma semana tenebrosa, com previsão de agravamento para os próximos dias. O actual estado (calamitoso) da arte exige a criação de algo idêntico à Protecção Civil para auxiliar nestas tragédias nacionais que se repetem nas mudanças dos quadros comunitários.
É caso para dizer que falta muito potencial a este programa... quem nasce torto...

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Dia 48


Foto: archanasr

Há melhor programa para um Domingo chuvoso? Não me convencem...

A noite começa a cair, a chuva insiste em cair, no quarto ao lado o Bem triunfa sobre o Mal "Temos de conseguir derrotar aquela coisa! Força amigos, vamos conseguir! Temos que trabalhar em equipa!" - está-se tão bem aqui...

sábado, 16 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Café Premiado

Recebi este prémio da Smootha... (desde já o meu muito obrigada...), cabendo-me agora reproduzir as regras e dar a sequência devida. Pois então, aqui fica:


"1 - Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários;

2 - Só e somente se recebeu o 'É um blog muito bom sim senhora, deve escrever um post incluindo: a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog; a tag do prémio; as regras; e a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio;

3 - Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele."

... e os meus prémios vão para:

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Dia 39

Às 18h15m ainda havia vestígios de sol!

Fevereiro ou o início da purificação

Foto: Lufra

É, na cultura ocidental, o segundo mês do ano e também o mais curto. O seu nome deriva de februarius, que significa purificação. Em honra a Plutão, deus dos infernos, dos mortos e dos enfermos, surgiram rituais, os februare, que deram origem à festa da Purificação, comemorada a 2 de Fevereiro, também conhecida por Festa da Candelária ou Festa das Candeias. É nesta data, segundo a tradição cristã, que todas as velas que se prevê usar durante o ano devem ser abençoadas. Este ritual baseia-se na crença de que, representando este mês o fim dos quarenta e três dias após o solstício do Inverno, Fevereiro constitui um sinal de que a época Obscura se encontra prestes a terminar, aproximando-se a época da Luz (e eu vi hoje, a caminho do trabalho, as duas primeiras tímidas papoilas deste ano, a espreitarem, pequenas e frágeis por entre a calçada portuguesa...).

Algumas personalidades nascidas neste mês:

A soberana do Reino Unido Isabel II, a cantora colombiana Shakira, o actor norte-americano John Travolta, o piloto de automóveis Mario Andretti, o manequim e actor Paulo Pires e o futebolista português Cristiano Ronaldo.

Alguns provérbios de Fevereiro:
- Neve em Fevereiro, é mau para o celeiro
- Os dias bons de Janeiro enganam o homem em Fevereiro
- Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado, nem bom centeio
- Se o Inverno não faz o seu dever em Janeiro, faz em Fevereiro

Adaptado de "Fevereiro" in Infopédia, Porto Editora, 2003-2007, http://www.infopedia.pt

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Amanhã vou trabalhar assim

Amanhã vou trabalhar assim, mascarada (quem diz que o Carnaval são 3 dias, pode sempre acrescentar-lhe mais um)... pode ser que ninguém me reconheça e me consiga livrar do relatório urgente e da actualização dos conteúdos do site...